Outra versão: categoria dos PMs saem em defesa da corporação

Militares são acusados de agredirem secretário parlamentar, no suposto caso de homofobia em corrida de aplicativo. Vídeo abaixo:

Publicado em 7 de janeiro de 2020

Foto: Alepe

Após policiais serem acusados de agredirem um casal de ativistas no último sábado (4), no Recife. A Associação de Cabos e Soldados saiu em defesa dos militares que atenderam o caso. Para o presidente Alberisson Carlos, o policial foi de maneira tranquila e estava tentando apenas dialogar. “Ele interveio para evitar que chegassem às vias de fato e o motorista não fosse agredido”, justificou.

O secretário parlamentar Eliseu Neto havia denunciado que foi expulso de um carro por um motorista de aplicativo após beijar o namorado. Ele também alegou ter sido agredido por um policial militar. O psicólogo e ativista prestou queixa, pela internet, no domingo (5).

O vídeo do sistema de segurança de um estabelecimento local mostra o momento da suposta agressão. O motorista que prestava serviço para o aplicativo de transporte 99 Taxi, encosta o veículo próximo a uma viatura da polícia militar, ao descerem, começa uma discussão entre o casal e o motorista de aplicativo, que foi empurrado pelo secretário parlamentar. Inicialmente os policiais observam e no intuito de separar a briga, empurra o ativista, que alegou em depoimento ter caído no chão, o que não ocorreu segundo as imagens.

Procurado pelo Portal de Prefeitura, Alberisson Carlos, presidente da Associação de Cabos e Soldados (ACS), que representa os policiais e bombeiros militar de Pernambuco, mostrou-se indignado com a matéria que foi veiculada pelo portal de notícias G1. Ele destacou que respeita a imprensa, “Mas o G1 não ouviu os dois lados, e antes de divulgar uma matéria acusando é preciso ouvir as duas partes”, cobrou Alberisson.  “Em momento algum o policial agrediu, pelo contrário, ele foi tentar separar a briga, estão tentando caluniar os policiais que atenderam essa ação”, finalizou.

Confira o vídeo:

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