Associação aciona Ministério Público após suspensão de procedimentos no Sismepe

Diretoria responsável pelo Sistema de Saúde dos Militares argumenta que procedimentos clínicos foram suspensos por consequência de ajustes financeiros.

Publicado em 27 de novembro de 2019

Foto: Montagem PP

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Diante do ofício que suspende a realização de exames e cirurgias pelas clínicas conveniadas ao Sistema de Saúde dos Militares de Pernambuco (Sismepe), a Associação de Cabos e Soldados de Pernambuco (ACS-PE), através do seu Presidente Albérisson Carlos, encaminhou ao Ministério Público de Pernambuco uma representação para que seja  apurada e tomadas as medidas necessárias para que os serviços médicos prestados aos Policiais e Bombeiros Militares não sejam prejudicados.  

No documento, a ACS diz que “fica evidente ainda o abuso de direito e ilicitude praticado pelas autoridades apontadas, ao impor de forma unilateral, a suspensão de um serviço essencial à vida e a saúde de uma categoria que será prejudicada, com seu direito e acesse à saúde, cessado de forma unilateral pela Estado de Pernambuco e seus Órgãos responsáveis pela realização do ato abusivo”. 

O Presidente da Associação, Albérisson Carlos, disse ao Portal de Prefeitura que a Entidade está atenta ao que está acontecendo: “Protocolamos uma representação no Ministério Público de Pernambuco para que as autoridades verifiquem de perto a situação do Sistema de Saúde dos Militares de Pernambuco e tomem as devidas providências”, disse. 

De acordo com o Ofício nº 116/2019 da Diretoria de Apoio Administrativo ao Sistema de Saúde (Dasis), foram suspensos os procedimentos clínicos por necessidade de ajustes financeiros, afetando Policiais e Bombeiros Militares ativos e inativos, além de seus familiares e pensionistas. 

Confira a Representação:

Foto: Divulgação ACS-PE

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Foto: Divulgação ACS-PE

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