Em entrevista à CBN, presidente da ACS-PE pede reformulação e modernização no Plano de Cargos e Carreiras, conforme prometido pelo Governo

Segundo Albérisson Carlos, o governo estadual não conversou mais sobre o assunto e atualmente não dialoga com nenhuma categoria.

Publicado em - 5 de maio de 2021

Em entrevista à CBN, presidente da ACS-PE pede reformulação e modernização no Plano de Cargos e Carreiras, conforme prometido pelo Governo

Presidente da ACS/PE Albérisson Carlos/ Foto: Luiz Fernandes

Presidente da ACS/PE Albérisson Carlos/ Foto: Luiz Fernandes

O presidente da Associação de Cabos e Soldados de Pernambuco (ACS-PE), Albérisson Carlos, participou do programa de Aldo Vilela na CBN Recife, junto com Coronel Miler, Assessor do falecido Senador Maj Olímpio e o Sargento Leonel Lucas, Presidente da ANERMB

Albérisson voltou a cobrar a reestruturação e modernização do Plano de Cargos e Carreiras, que foi prometido na mesa de negociações, na época. Naquele momento o Estado assegurou que voltaria a conversar sobre o assunto. Mas, segundo o presidente da ACS-PE, o governo estadual não conversou mais sobre o assunto e atualmente não dialoga com nenhuma categoria.

“Hoje o Policial está sendo promovido. Mas, a partir de 2022, a Lei que vai começar a funcionar, é decenal, isto é, as promoções só acontecerão de dez em dez anos. E, se isso não for modernizado algumas escolas(turmas) que ainda não foram promovidas nem a Cabo, e nem a Sargento serão prejudicadas. Então, eu quero fazer um registro aqui, que esse é um problema que o Estado tem que corrigir, tem que ouvir sim as sugestões da tropa através da Associação, que no nosso caso é a Associação de Cabos e Soldados”, explicou.

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Albérisson Carlos sugere que o plano seja revisado, após e a promoção passe a ser, no mínimo, a cada cinco anos, por graduação.

“A gente entende que o Plano de dez em dez anos foi uma conquista, naquele momento. Mas, o Estado se comprometeu a fazer uma revisão”, argumentou.

Albérisson ainda falou sobre o problema na escala de serviço e do número reduzido no efetivo da tropa.

“Nós temos um problema muito sério da escala de serviço. Além de nós termos um efetivo hoje muito defasado. A previsão é ter em Pernambuco 26.800 Policiais ativos, mas nós só temos um pouco mais de 15 mil Policiais ativos, ainda mais, em tempos de pandemia”, informou.

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