Vídeo: ACS-PE escancara tentativa midiática de inverter valores e fazer ‘bandidos’ de vítimas

Para a Associação, é nítido o objetivo de manipular a opinião pública quanto quem está, de fato, tentando defender a sociedade.

Publicado em 12 de maio de 2021

ACS-PE escancara tentativa midiática de inverter valores e fazer 'bandidos' de vítimas. Foto: Divulgação

ACS-PE escancara tentativa midiática de inverter valores e fazer ‘bandidos’ de vítimas. Foto: Divulgação

Associação de Cabos e Soldados de Pernambuco (ACS-PE), divulgou um vídeo mostrando a tentativa midiática de inverter os valores na sociedade.

“Estão querendo inverter os valores na sociedade. Fazendo bandidos de vítimas e Policiais de criminosos. Um absurdo”, afirmou o presidente da ACS-PE, Albérisson Carlos.

Você já deve ter visto novelas onde quem mora no morro leva uma vida de fazer inveja. São mulheres e homens que parecem sempre felizes, dançando e frequentando baladas. A exploração sexual é outra estratégia para atrair o público.

Atores e atrizes com corpos exuberantes, garantem a audiência desejada. É se utilizando da ficção, que parte da mídia tenta manipular a opinião pública. Mas, nos últimos anos, a situação está ficando mais grave. Até o jornalismo, que deveria ser verdadeiro e imparcial, vem sendo distorcido para atingir outras classes da sociedade.

O mais recente exemplo é a operação realizada no morro do Jacarezinho, no Rio de Janeiro. A favela é dominada pelo tráfico de drogas. Logo no início de uma operação deflagrada pela Polícia Civil, um agente foi morto.

As equipes, que cumpriam ordens da justiça, foram recebidas com artilharia pesada. Houve a necessidade de ação mais enérgica por parte dos policiais e 27 suspeitos morreram. Desses, pelo menos 25 já respondiam a processos criminais. Mas eles foram chamados de “meninos” por parte da imprensa, numa clara tentativa de politizar e distorcer a realidade dos fatos.

Importante ressaltar que nenhum policial estava ali porque queria, mas sim por ordens da justiça. Inclusive André Frias, de 48 anos. Vimos muitos gritos de mães desesperadas com a morte de seus filhos durante a operação. Respeitar o pranto materno faz parte da natureza humana.

O amor de uma mãe ultrapassa qualquer barreira, mesmo que o filho esteja no caminho sem volta do crime organizado. Os editores de alguns telejornais souberam explorar a dor das famílias dos suspeitos em busca de IBOPE e alienação social. Quase ninguém viu um garoto de 10 anos colocar a farda em cima do caixão daquele que provia sustento e segurança paterna.

O vídeo produzido pela Associação Pernambucana dos Cabos e Soldados, tem o objetivo de restabelecer a verdade, dar valor àqueles que estavam trabalhando de forma honrada e exaltar o trabalho duro e mal remunerado das forças de segurança no Brasil.

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