Albérisson Carlos lamenta morte de Bombeiros em Altinópolis: “Eles estavam treinando para salvar vidas e viraram vítimas da própria profissão”

O Presidente da ACS-PE destaca que os profissionais precisam de valorização e reconhecimento pelo trabalho prestado em prol da sociedade.

Publicado em - 1 de novembro de 2021

Albérisson Carlos lamenta morte de Bombeiros em Altinópolis: “Eles estavam treinando para salvar vidas e viraram vítimas da própria profissão”

Para salvar vidas é preciso treinamento, e foi num treinamento que os bombeiros perderam a vida. Sim, eles morreram. Albérisson Carlos, presidente da Associação Pernambucana de Cabos e Soldados, comentou o lamentável fato.

“Salvar vidas, proteger, cuidar de quem a gente nem conhece, faz parte do nosso treinamento. Sentimos na pele um fato lamentável como esse. Que fique a lição para o povo que nós vivemos por vocês”, disparou Albérisson.

O Presidente da ACS-PE, vai além. Ele lembra da escala apertada de trabalho. Tudo isso reflete na atuação dos profissionais.

“Eles deveriam ser melhor reconhecidos. São profissionais que se colocam em risco para dar segurança de vida a quem está em lazer. A morte desses profissionais demonstra isso”, falou Albérisson

A pouca repercussão do fato também incomoda quem conhece a fundo o trabalho de segurança pública. Para o Presidente da Associação Pernambucana de Cabos e Soldados, a imprensa noticia de forma amena o que ocorre com esses profissionais.

“É fato que, quando um Bombeiro ou Policial se envolve em repercussão, a imprensa explora de forma negativa. A morte de Policiais e Bombeiros é retratada como algo mínimo. Parece que a vida de quem trabalha em prol da sociedade não tem valor. É a inversão dos valores”, conclui Albérisson Carlos.

Indiciamento do Policial Militar após tentativa de conter protesto no Recife

O Presidente da Associação Pernambucana dos Cabos e Soldados, Albérisson Carlos, comentou sobre o indiciamento do Policial Militar que atuou no protesto realizado no Recife no dia 29 de maio deste ano, realizado por movimentos sindicais, partidos políticos e militantes de esquerda, contra o presidente Jair Bolsonaro.

Albérisson Carlos argumenta que a decisão é uma consequência da repercussão do caso, que para ele ganhou ainda mais um cunho político. O presidente da ASC também destaca que o Policial não agiu por vontade própria, mas que apenas estava cumprindo ordem de superiores.

“Isso foi uma resposta ao clamor político, tendo em vista a repercussão que esse caso acabou tomando, principalmente no campo político. Os Policiais estavam ali seguindo uma ordem, ele não teve a intenção de praticar esse tipo de situação, ele estava cumprindo uma ordem. O Choque não agiu por pura espontânea vontade e deliberadamente, pelo contrário, havia uma observação, tanto é que o governador ao reconhecer isso demitiu o secretário de defesa social na época juntamente com o comandante geral, constatando que a ordem que o Policial recebeu foi dos mais altos escalões”, afirmou Albérisson Carlos.

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